Tatuei no peito a imagem
de um sorriso inocente.
E me queimei na febre
De um amor criança.
Sonho... Desesperada esperança.
Que não acaba nunca,
e que machuca tanto.
Se ao menos eu soubesse
dominar o meu pranto!
Mas a febre aumenta
e segue me queimando...
Dos sonhos que sonhei
o grande amor não tive.
O amor que sonhei...
Eu continuo sonhando!
LUIZ CAIO
LUIZ CARLOS
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